quinta-feira, 20 de outubro de 2011
...não sei onde estou!
Também é verdade que já há muito que não é meu!
Trocou o meu peito pela mais bela princesa! Não o condeno!
Mas quem não haveria de fazer tal opção? Até eu trocava.!..uma mente só, um viandante, um sei lá o quê...por uma princesa bela, ai não que não trocava!
Vou só...não quero lágrimas! Sem lágrimas! Essas parecem lâminas a sair dos olhos...! Quero um sorriso...é justo! E já agora um abraço! Troco o coração pelo sorriso! E um abraço pelo carinho do momento para todo o sempre! Pode ser?...
terça-feira, 16 de agosto de 2011
...sei lá!
Os sonhos...
Percorrendo o céu, olhando o horizonte, o que vejo? Amor? Desaparecem as reticências das dúvidas!
Olhas o céu e eu olho-te a ti, depois de ter olhado para o mesmo céu! À terceira vez a estrela cadente é minha! Posso desejar? O mais brilhante amor pode ser? É segredo claro, mas os olhos molhados de um amor escondido estão ali(aqui), desejo mil matizes para uma vida curta de tanto dar...e para tanto amar! Sê feliz assim te desejo! Até sempre...assim me mato no resplendor do teu sorriso que me deixa e abandona....para todo sempre.......
domingo, 20 de março de 2011
...sei que não sei!

...como explicar o perfume ébrio do sol! Talvez pela velocidade da luz? O raio de sol que nos atinge sem pedir autorização traz a sensação de abertura do coração! E porque abrir uma coisa tão fechada pelos Invernos sucessivos?..é difícil! Os dias sombrios, chuvosos, relâmpagos, raios, trovões, ventos e outros que tais, levam-nos a fechar a concha...hibernar! Mas logo que passa a monção chega um raio, ténue é certo, mas que nos faz agarrar a brisa de odor fantástico, fresca...e olhar para o horizonte da vida, aquela coisa sem explicação que faz girar o mundo! Basta um sorriso, um olhar...e o universo segue!...Basta um sorriso, um olhar...e o mundo corre! Basta um sorriso, um olhar...e o coração cintila, cintila o perfume ébrio do sol difícil de explicar...
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
sexta-feira, 30 de julho de 2010
...escrevi para ti!

...a primeira vez é difícil, muito difícil! Os erros assustam depois de rever tudo o que escrevi! A exposição é latente, não no papel...mas sim no pensamento! A contemplação do sorriso fica radiante na mente...recordo sim e lembro: " hoje é o primeiro dia do resto da tua vida..." Apesar da importância seca e fugaz de dois beijos, do afastamento corporal...e de tudo o resto, há coisas que saltam qual peixe a brotar da água ...e brilham, brilham como a estrela mais brilhante da galáxia! Depois caio em mim, pergunto : como chego a uma estrela? Não sei...mas o simples acto da descoberta fascina-me tanto como o brilho do teu olhar...! Tenho medo...sim porque tenho medo! Sou um simples ser cheio de utopias...um eterno sonhador de viagens nunca feitas! Sou eu...
E sabes que mais? Basta-me o brilho do teu sorriso para um novo dia ser ainda mais grandioso que o anterior! Luto...luto...luto...e descanso eternamente no teu olhar....
sábado, 3 de julho de 2010
...estado de espírito!
Hoje fiz um exercício! Procurei o significado da palavra melodia, no dicionário, pois está claro, e associei a algumas músicas, a que me "saltou" em primeiro plano foi esta....
terça-feira, 27 de abril de 2010
...não te apaixonas!

...um coração bate sem parar,
o traço do rosto,
o passo para a frente!
o encontro de encontrar...
A linha que anda no bolso,
enrola, enrola como o mar,
desfia e torna a desfiar!
Exclamação! Não a pergunta: " estás aí?"
...por vezes estou, outras vezes não!
O coração bate..bate devagar
mas sem nunca parar.
Mas eis que surge uma arritmia,
acelera a pontos de explodir
ao ver os cabelos belos
e a linha que sai do bolso
transforma-se no teu rosto...
...e o coração volta a acalmar
...os traços do rosto acalmam o mar.
O mar bate bem devagar até acordar...
os cabelos, o rosto...volto ao mar
a calma fica,
o coração acalma,
o cérebro pratica...
...que bom é contemplar
a beleza do teu olhar...
Sim para ti....
domingo, 25 de abril de 2010
...a liberdade!
domingo, 24 de janeiro de 2010
...e um dedo!

Um dedo na boca...um olhar!
Imponente com certeza, será? Com certeza e a incerteza da distância..apagada pelo sorriso simpático, pelo olhar! Olha...olha...olha...sorri...sorri...depois a velha batalha, (2-0), ganho muito! Mas no final perco sempre...sempre volto a perder sempre e sempre! A distância foge a cada dia que te vejo, mas regressa quando foges! Cada dia sinto a lágrima escondida que chora, percorre o meu rosto, foge pelo meu corpo....! Estás aí? Será mesmo que estás? Sabes o puto grande que há em mim renasce todos os dias...e foge com a saudade de ver o sorriso que me encanta...cada pormenor fica guardado...até as unhas pintadas de vermelho...mexendo nos lábios..sinal de doçura, carinho e tudo o resto que te rodeia...o meu mundo! Queres uma rosa? Tens que a colher...mexe no cabelo...que enquanto isso eu sonho.......................
segunda-feira, 23 de novembro de 2009

SONATA DE OUTONO
Inverno não é 'inda mas Outono
Na sonata que bate no meu peito
Poeta distraído, cão sem dono
Até na própria cama em que me deito
Inverno não é 'inda mas Outono
Na sonata que bate no meu peito
Acordar é a forma de ter sono
No presente e no pretérito imperfeito
Mesmo eu de mim próprio me abandono
Se o rigor que me devo não respeito
Acordar é a forma de ter sono
No presente e no pretérito imperfeito
Morro de pé
Mas morro devagar
A vida é afinal o meu lugar
E só acaba quando eu quiser
Não me deixo ficar
Não pode ser
Peço meças ao Sol, ao céu, ao mar
Pois viver é também acontecer
A vida é afinal o meu lugar
E só acaba quando eu quiser
José Carlos Ary dos Santos
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
...olho horizonte!

...mais um percurso, mais uma caminhada na leveza de ser, a andar! Mais uma viagem, uma aventura pitoresca, o conhecimento brutal de outra cultura. O modos vivendi assusta! Os odores fortes e inebriantes, a visão fugaz de outro mundo, o sentir entre os dedos de outra areia, o ouvir de outra língua de outra musicalidade, os mil sabores de especiarias. Os cinco sentidos alerta para tudo...a musicalidade de todos eles somados, formam a partitura de um viandante... também o sou! Recolho todos os elementos, a abertura mental no espírito de aventura enraizado...ir sem nada, sem certeza, viver no meio social dos nativos, assim se desenvolve a mente e principalmente a mentalidade! E tiram-se conclusões brutais, como alguém vive assim? ...tão pequenos que somos, pequeninos como o pavio de uma vela em final de vida...ardemos lentamente, ao belo prazer dos nossos olhos e do que nos vendem...a vida não passa de uma marroquinaria para os grandes do mundo! Jogam ao sabor do vento! Como um tabuleiro de xadrez, e distribuem os lugares, não passamos de meros peões, com a ambição que um dia seremos a uma pedra com maior valor...mas nunca o rei! E quando damos conta...XEQUE MATE!
sexta-feira, 24 de julho de 2009
...escrevi para ti!

Lembrei-me de escrever! Então pensei e repensei, a liberdade sufocante de pensar em quem se aprisiona. Falar...falar...e sorrir! Sorrir...falar...falar! O sorriso mantêm-se tal como uma miragem escondida na sombra do impossível! O brilhante colado no dente reluz...tal como o olhar escondido na sombra do não poder! Aventura fugaz e verdadeira de quem afinal se perdeu na imensidão das ondas brutais desta corrente que arrasta a verdade! Sim, porque a verdade tal como a conhece-mos, falta à verdade...fica o ultraje de uma situação impossível, um amor de água na boca, perdido no sistema solar entre luas de vários planetas e batendo nos cometas que passam e passarão, tal como estrela cadente que parecia ser a estrela polar de um universo só meu! Lembro-me que o culto de propriedade não é para mim...sou demasiado fraterno e igualitário para ser latifundiário de pessoas, de sentimentos e de tudo o resto que se imagine. Basta uma leve brisa...um leve odor e lá está o sorriso, aquele da última noite em que só ficou o superficial de um beijo....sou eu que vive e resiste a tudo! Faço-me forte para não chorar e choro...
sábado, 18 de abril de 2009
...viagens!

As viagens pelo nunca!
Cada vez escrevo mais coisas sem sentido e ordenadas pelo sentido desordenado das coisas!
A imensidão de um mundo pequeno! A pequenez de um mundo grande!
A vida continua, mesmo com os carreiros das formigas! Que bom....mas muitos carreiros dão uma auto-estrada...um país...um mundo...um universo!
A complexidade de ser demente!
Mas sabes que mais...sorri! Ainda que por um segundo...sorri! O que fará um sorriso? Soltará um sorriso do outro lado...uma lágrima...uma reacção de...
Pensamos...gostamos...somos...LOUCOS!
pi...pi...pi...pi...
quarta-feira, 11 de março de 2009
...esquisito!

A maneira esquisita de estar e de ver as coisas, confunde-se com o turbilhão de tudo em meu redor...
A maneira de viver confunde-se com o sentir algo que não se sente...
Afinal a soma de tudo o que se subtrai pode vir a dar nada! Como é que se sente sem se sentir? Sei lá...apeteceu-me dizer isto!Tal como faço coisas sem nexo, tal como gosto de coisas sem nexo, tal como por vezes encontro uma vida sem nexo, apeteceu-me dizer isto!
Fecha os olhos...
Volta a abrir...o que se passou? O escuro atrofia a mente!
Fecha os olhos...ouve a música...
Volta a abrir...o que sentes? A leveza...que bom que é relaxar...
Que mania a minha das reticências! Claro representam o que se pode dizer e não se diz, representa o que se sente e não se demonstra e mais do que isso...representa o passo que se pode dar e não se dá! O passo da loucura, de ser demente convicto pela simples razão de destoar do modelo padrão...
Por isso...vou e voo e volto a voar e ir e regressar, basta a mente para saber que estou onde quero estar!
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Anseio a vida...e a morte!
Os meus sentimentos são... sei lá, quem sabe? Nem eu sei o que sinto!
Sei quem sou...eu!
A primeira pessoa do singular a viver e a lutar!
Quem pensa mal de mim...quem pensa bem?
Quero só saber quem não pensa!
Não faz sentido? Pois não...
Mas não preciso de dizer que sou eu...
Sou mesmo eu...lembras-te?
Quem? Eu? Não...a vida! O ser humano...mais um nesta confusão ordenada de ser...de amar...de gostar !
Só quero e só sou eu!
domingo, 21 de dezembro de 2008
...olho no espelho...

"...Eu sou livre como as aves
E passo a vida a cantar.
Coração que nasceu livre
Não se pode acorrentar..."
...é belo conhecer poemas, que grande parte de todos que nos rodeiam desconhecem, só por sentirem que não é "in"...fuck that..i'm so good, i know this letters! Sou feliz porque fui selectivo no que me rodeou e no que me rodeia. Mesmo que quem escreveu me desiluda...mesmo que se digam felizes...lembras-te? Sou eu, não morri! Quem chora agora? Sou eu...
Quem vai chorar? O tempo está alerta...
Li...reli,
Gostei...adorei,
Sabes quem sou?
Mas sabes mesmo?
o ser em mim clama por perdão,
chora por tudo o que se passou e passa...
basta-me o meu coração!
Mas sabes o tempo é bom...
estou a envelhecer!
E tu como estás?
Bem? Mal?
Ou a viver?
Como vivo tão simples
dócil de pensamento...
romântico?..talvez!
depende sempre do momento!
E tu? Felizes?
Será que é mesmo tão simples..
A estrela do mar?
lembras-te...?
É tão simples sonhar!
Fica o eterno sentimento de revolta,
o eterno sentimento de deixa para lá...
um dia voltará o sonho..
e a dúvida de quem sou ficará!
A lágrima corre no meu rosto...vive e sobrevive! Porque não se afasta? Porque não? Explica-me! O eterno sonhador sou eu...sim porque o sonho comanda a vida...admito cada vez mais que comanda! O colorido dos sonhos está aqui sem medo e a assumir que morrendo novo, vivo muito mais!
Sonhei com a minha morte...sinto quem me ama...sinto quem me odeia! Separam-se as glórias dos choros, no dia do juízo final! Uma ala festeja e outra chora a minha morte!
E sabes que mais? Encontrei-te a chorar...
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
...recordar é tão bom!
Para a minha afilhada, a quem já ofereci o livro e para os meus primitos.. "E foi então que apareceu a raposa:
- Boa dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. não me cativaram ainda.
- Ah! desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- Que quer dizer "cativar"?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro os homens, disse o principezinho. Que quer dizer "cativar"?
- Os homens, disse a raposa, têm fuzis e caçam. É bem incômodo! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que fazem. Tu procuras galinhas?
- Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer "cativar"?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
- Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
- É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
- Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
- Num outro planeta?
- Sim.
- Há caçadores nesse planeta?
- Não.
- Que bom! E galinhas?
- Também não.
- Nada é perfeito, suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua idéia.
- Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
- Por favor... cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
....
E voltou, então, à raposa:
- Adeus, disse ele...
- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.
- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa..."
Antoine de Saint-Exupery
domingo, 26 de outubro de 2008
...olha para cima!

...estás a olhar? Vês o céu? É bonito não é? O céu está fantástico hoje, muito belo ver todas aquelas estrelas faz-nos sentir tão minúsculos e tão grandes ao mesmo tempo! Mas melhor que isso é aquela sensação de sentir os teus braços...olhar o infinito finito do teu olhar...! Continua a olhar...eu já olhei, deliciei-me a olhar...mas a estrela mais brilhante, mais resplandecente estava mesmo aqui, ao alcance da minha mão, dos meus braços, dos meus lábios! A minha estrela polar...vou continuar a olhar...sempre e sempre a contemplar...
domingo, 19 de outubro de 2008
...acordei...

...feliz! Acordei feliz! Olhei para o lado e não estava ninguém! Que estranho...mas, no mesmo instante olhei para dentro de mim, e adivinha quem lá estava? ...o mundo todo! Mas alguém se destacava no meio da multidão...será que existes? Sim...logo recebi um sinal. É bom...e que bom! Hoje estou com as reticências no texto, ainda bem, um sinal de mudança, sinal que saem da vida e transportam-se para o texto...é bom! ...será que existes? Mesmo que queira escrever o mais belo de tudo o que já escrevi, logo de seguida sinto que é ofuscado, pelo brilho e pela beleza da estrela que emerge na multidão! És tu! Dormi pouco...sinto-me bem! A leveza do cérebro...é boa! No final e com um brilhozinho nos olhos foi bom...é muito bom...será muito bom...e que bom!
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
...apeteceu-me...

...sussurar-te ao ouvido!
...dizer bom dia ao sol!
...tocar o coração sem sentido!
...sentir a tua falta!
...olhar o universo!
...voar!
...tocar na lua!
...nascer!
...sobreviver!
...morrer!
...ressuscitar e rejuvenescer!
...um sorriso, um rosto!
...um olhar, uma mão!
...um olhar!
...um olhar!
...uma mão!
...uma mão!
...todos os dias tanta coisa!
...aprender!
...ouvir com atenção!
...reflectir!
...sentir a batida do coração!
...no fim de tudo...apeteceu-me ser feliz! E sentir...
